O guia dos pais para a segurança na internet para as crianças

Internet Safety For Kids

É seguro dizer que quase todas as crianças e adolescentes usam a internet atualmente. Em 2015, uma em cada três a usavam em casa, e de lá para cá os números cresceram. Além disso, 45% dos adolescentes estão constantemente online, enquanto 44% deles acessam a web várias vezes ao dia.

Com isso em mente, como oferecer segurança online para as crianças e adolescentes hoje em dia? Bem, se você está curioso para saber mais sobre isso, temos toda a informação de que precisa neste útil artigo.

Por que a segurança online para as crianças é necessária?

É bem simples – a internet simplesmente não é tão segura quanto gostaríamos de pensar que é. É verdade que as crianças e adolescentes podem se divertir bastante na internet, e aprender várias habilidades úteis. Mas a realidade é que a internet é repleta de ameaças e cibercriminosos que estão apenas esperando para se aproveitar da ingenuidade de uma criança ou adolescente.

Aqui está uma lista dos problemas mais comuns que as crianças e adolescentes podem ter que lidar online:

1. Cyberbullying

O cyberbullying ocorre quando as pessoas usam canais online e eletrônicos para ameaçar, intimidar e assustar crianças e adolescentes. Eles também podem ter como alvo pessoas mais velhas, mas crianças e adolescentes tendem a ser as principais vítimas. Qualquer um dos itens a seguir pode representar cyberbullying:

  • Espalhar rumores falsos sobre alguém nas redes sociais, através de aplicativos de mensagens e mensagens de texto.
  • Enviar ameaças e mensagens maldosas para alguém através das redes sociais, ligações telefônicas e mensagens de texto, e e-mails.
  • Pegar fotos/vídeos embaraçosos, privados e/ou constrangedores de alguém e espalhá-los online.
  • Invadir a conta online de alguém (geralmente, um perfil de rede social), e usá-la para enviar mensagens maliciosas, violentas, ou de cunho sexual para outras pessoas, se fazendo passar pelo titular da conta.
  • Fingir se outra pessoa em plataformas online para prejudicar sua imagem e reputação.
  • Enviar agressivamente mensagens sexuais para alguém sem o seu consentimento.

Você pode achar que seu filho não terminará sendo uma vítima do cyberbullying, mas considere que mais da metade das crianças e adolescentes relataram não apenas terem sido abusados na internet, mas cerca do mesmo percentual delas também praticaram cyberbullying eles mesmos. Além disso, mais de um em três jovens foram vítimas de ameaças cibernéticas.

“Isso não é verdade. Se algo assim acontecesse, meu filho(a) me diria”.

Não exatamente. As mesmas estatísticas também mostram que bem mais da metade dos jovens não dirão aos seus pais quando são vítimas de cyberbullying. Elas podem ter vergonha de fazer isso, podem estar sendo chantageadas para ficarem caladas ou podem simplesmente ter medo de entrar em apuros por causa disso.

O objetivo final de um cyberbully é:

  • Convencer uma criança ou adolescente a fazer algo ilegal ou sexual através de ameaças.
  • Pressioná-las para compartilhar informações sensíveis com ele/ela (como os dados do cartão de crédito de seus pais).
  • Forçar a criança/adolescente ao ponto de estarem dispostas a se machucarem, ou até cometer suicídio.

2. Predadores sexuais

Predadores sexuais costumam usar a Internet para encontrar e seduzir vítimas em potencial. Eles abusam da inocência de crianças e adolescentes fingindo ser outra pessoa (como alguém da sua idade) e fingindo ser um novo amigo em potencial para eles. O principal objetivo dos predadores sexuais online é ganhar a confiança de seus filhos a ponto de eles poderem convencê-los a se encontrarem pessoalmente.

Obviamente, se isso acontecer, seu filho pode terminar sendo vítima de tráfico sexual – ou pior. Além disso, um predador sexual pode conseguir convencê-la(o) a envolver seus amigos também. Infelizmente, isso tende a acontecer de vez em quando, e uma em cada 20 crianças admite ter organizado um encontro secreto com alguém que conheceram online.

3. Qualquer coisa que seu filho(a) posta online

Crianças e adolescentes geralmente não entendem que, se postarem algo online, provavelmente ficará lá para sempre – ou até que a Internet entre em colapso. O fato é que a web simplesmente não tem um botão “excluir”, então qualquer coisa que você postar nela permanecerá online. Claro, uma postagem, foto ou vídeo embaraçoso pode ser excluído, mas se alguém conseguir fazer uma captura de tela ou salvá-lo antes disso, não há nada que possa ser feito.

Obviamente, crianças pequenas e adolescentes não pensarão no que um futuro empregador ou cônjuge pode pensar sobre o que eles publicam na Internet com seu nome verdadeiro. Essa falta de visão pode – e provavelmente vai – acabar afetando-os no futuro. Além disso, eles podem postar o tipo de informação (como sua atual localização) que pode tornar mais fácil para os criminosos localizá-los.

4. Malware e vírus

Crianças e adolescentes podem baixar malware e vírus por acidente sem nem mesmo estarem conscientes disso. Os arquivos maliciosos podem se disfarçar do vídeo game mais recente, o álbum de seu cantor favorito, ou fotos sexualmente explícitas, ou outros tipo de conteúdo. Eles normalmente não consideram a possibilidade desse conteúdo poder conter algo malicioso, então, não pensam que pode haver consequências se interagirem com eles.

Por causa disso, seus dispositivos – e, consequentemente, seus dispositivos, se os usarem – podem acabar infectados com todo tipo de malware, como spyware, keyloggers e adware. Se isso acontecer, você pode ter certeza de que as informações pessoais e financeiras de seus filhos serão roubadas e vendidas na deep web.

5. Conteúdo violento e sexual

A internet está repleta de conhecimento, mas também cheia de conteúdo violento e sexual, que pode ser inapropriado para qualquer pessoa, sobretudo crianças e adolescentes. Infelizmente, é muito fácil para eles encontrar esse tipo de conteúdo na web, ou apenas acessá-lo por engano. De acordo com pesquisas, cerca de 93% dos garotos e 62% das garotas foram expostas a conteúdo sexual durante sua adolescência. Além disso, 66% dos usuários online entre 10 e 17 anos que se expuseram a pornografia online não tinham a intenção de acessar esse conteúdo.

Se seus filhos forem expostos a algo assim, isso pode afetá-los psicologicamente de uma maneira negativa. A maneira como eles interagem com seus amigos e interesses amorosos pode ser significativamente prejudicada, o que, por sua vez, pode fazer com que seus filhos fiquem deprimidos. Além do mais, esse tipo de conteúdo também pode conter malware ou vírus.

6. Phishing (e outros golpes)

Os adultos são suscetíveis ao phishing, então você pode imaginar o quanto crianças e adolescentes são alvos fáceis. E os golpistas não hesitam em fazer isso, pois é uma maneira fácil de conseguir o que querem – informações de identificação pessoal e dados financeiros, como números de cartão de crédito, detalhes e senhas de contas bancárias.

Os golpistas de phishing geralmente abordam crianças e adolescentes nas redes sociais, mas também podem tentar enviar e-mails para eles. Em vez de alegar que representam um banco, podem dizer que são de uma empresa de videogame, representam algum artista conhecido ou podem alegar que são um policial para tentar assustá-los e fazê-los revelar informações confidenciais.

9 formas de melhorar a segurança online para crianças

De acordo com nossas próprias pesquisas, e com o que ouvimos de outros pais, estas são as dicas de segurança online mais úteis para crianças e adultos:

1. Falar sobre cyberbullying com eles abertamente

Um dos principais motivos pelos quais crianças e adolescentes vítimas de cyberbullying não falam sobre isso é a vergonha e o medo. Eles têm medo de se meter em problemas por causa disso e têm vergonha de terem se tornado vítimas de algo assim.

É exatamente por isso que você precisa ser 100% transparente ao falar sobre este tópico com eles. Precisam saber que não é algo que acontece apenas com eles e que certamente não é normal. Além disso, também precisam entender que existem soluções para o cyberbullying e maneiras de evitá-lo. E que eles(as) sempre podem pedir ajuda a você.

Você também deve dedicar algum tempo para verificar qual é o status legal do cyberbullying em seu país. Se você puder entrar em contato com as autoridades a respeito, fale sobre isso com seus filhos também. Saber que eles também podem pedir ajuda a um policial ao lidar com o cyberbullying provavelmente lhes dará mais confiança, diminuirá o estresse e o medo (ou parte dele) e aumentará a probabilidade de que tomem medidas contra os agressores.

No caso de seu filho(a) ser assediado por um agressor online, tire fotos ou screenshots das mensagens. Não os exclua – eles podem ser uma evidência útil no futuro. Se você souber a identidade do agressor e for alguém da idade do seu filho, entre em contato com os pais.

Se você quiser uma visão mais aprofundada do que é o cyberbullying, e como você pode proteger seus filhos, confira este guia.

2. Instale programas antivírus/antimalware nos aparelhos deles

Você pode (e deve) conversar com seus filhos sobre malware – o que é, como seus dispositivos podem ser infectados por ele e que tipo de dano pode causar. Para esclarecer, normalmente seria suficiente apenas mencionar que eles não poderão mais usar o computador, console de jogos ou celular por causa do malware.

Mas mesmo que eles estejam totalmente cientes dos perigos do malware, isso não significa que não haverá risco (não importa o quão pequeno seja) de que possam acidentalmente baixar um arquivo malicioso ou acessar um link infectado por malware. Temos que encarar o fato de que, se eles virem uma mensagem afirmando que podem obter seus jogos, álbuns ou programas favoritos de graça, provavelmente não pensarão duas vezes.

Portanto, para evitar tais situações e garantir a segurança online para as crianças, é melhor instalar software antivírus / antimalware em todos os seus dispositivos. Não se deixe enganar pelo nome – os programas antivírus e antimalware fazem a mesma coisa. Afinal, um vírus é um tipo de malware.

Existem várias marcas de antivírus/antimalware dentre as quais escolher, mas recomendamos o Malwarebytes e o ESET.

3. Instale VPNs nos aparelhos deles e ensine-os o que são VPNs

Não sabe o que é uma VPN? É a sigla de Rede Virtual Privada, um serviço online que lhe permite ocultar o seu endereço IP e criptografar o seu tráfego online. Se você tiver que explicar isso para uma criança, poderia descrevê-la como uma ferramenta que lhe mantém seguro online e impede que as pessoas espionem você.

Como uma VPN poderia fornecer segurança online para as crianças? É bem simples: o serviço criptografa todo o seu tráfego na web, o que pode ser útil quando elas usam uma rede Wi-Fi pública. E as crianças e adolescentes usam redes públicas sem ligar para o fato de serem inseguras e que qualquer pessoa pode monitorar suas atividades online. Sim, isso significa que um cibercriminoso poderia facilmente roubar seu e-mail, conta de rede social e dados de contas bancárias.

Outra forma de uma VPN ajudar a proteger a segurança online das crianças é ocultando seus endereços IP. Por que isso é importante? Como sua localização geográfica ficará oculta, sites obscuros e hackers não serão capazes de monitorar esse tipo de informação. Além disso, eles não seriam capazes de usar seus endereços IP para descobrir coisas como:

  • Em qual país seus filhos vivem.
  • De qual cidade seus filhos são.
  • Qual o seu provedor de internet.

É claro que você terá que explicar aos seus filhos por que é necessário usar uma VPN. Você pode mencionar os benefícios que descrevemos acima, mas é melhor focar nas vantagens que fazem mais sentido para eles:

De posse dessa informação, será mais fácil para você ensinar a seus filhos por que eles devem ter VPNs e aplicativos instalados em seus aparelhos, e executá-los sempre que tenham acesso à web. Você pode até configurar uma VPN no roteador de sua casa se quiser garantir que todas as suas conexões e as de seus filhos estão protegidas em casa em qualquer aparelho.

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Nós oferecemos uma VPN extremamente fácil de usar. Você e seus filhos não terão dificuldade em se acostumar a nosso design amigável. Além disso, nosso serviço é compatível com várias plataformas, e você pode até configurá-la manualmente em aparelhos e sistemas operacionais que não têm suporte nativo para VPNs e clientes de VPN.

Em termos de segurança online para crianças, nossa VPN vem equipada com criptografia de ponta de nível militar, pode evitar vazamentos de DNS, um Kill Switch (para proteger seus filhos mesmo se surgirem problemas de conexão), e dá acesso a protocolos de VPN altamente seguros (WireGuard, SoftEther, IKEv2, OpenVPN, SSTP).

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4. Dê a seus filhos instruções claras para redes sociais

Você não pode esperar que seus filhos saibam automaticamente como devem agir nas redes sociais, sobretudo quando veem todos agindo de forma tão imprudente. É por isso que você precisa dedicar tempo para ensinar seus filhos sobre a etiqueta adequada e dar dicas de segurança nas redes sociais. Basicamente, você precisa explicar como eles:

  • Não devem publicar sua localização o tempo todo.
  • Precisam ignorar solicitações de amizade e de envio de mensagens de desconhecidos.
  • Nunca devem compartilhar muitas informações pessoais e financeiras com desconhecidos ou até com seus amigos nas redes sociais.
  • Devem bloquear qualquer pessoa que age de forma agressiva, suspeita ou intimidante.
  • Não devem incluir informações pessoais (como endereços físicos, e-mails ou números de celular) em seus perfis nas redes sociais.
  • Nunca devem compartilhar fotos ou vídeos explícitos de si (ou qualquer pessoa que conheçam), nas redes sociais.
  • Nunca devem interagir com links e anexos suspeitos que possam receber em sua caixa de entrada ou ver nos posts de outras pessoas.

Além disso, recomendamos muito que você reserve tempo para ajudar seus filhos a tornar seus perfis em redes sociais o mais privados possível. Aqui estão algumas dicas úteis para a maioria das plataformas:

5. Use controles parentais quando disponíveis

Configurar os controles parentais é uma das regras de segurança mais importantes para crianças na Internet. Eles ajudam você a bloquear o acesso a sites perigosos, definir um toque de recolher na Internet e monitorar o que seus filhos estão fazendo online. Parece um pouco Big Brother? Pode ser, mas é uma etapa necessária para garantir que seus filhos tenham uma experiência online segura e saudável.

Quase todos os aparelhos e sistemas operacionais lhe permitem configurar controles parentais, mas você deveria considerar obter um roteador que tenha controles parentais integrados também. Aqui está uma lista de opções:

Além disso, existem vários aplicativos de controles parentais que você pode usar para tornar seu trabalho muito mais fácil. Além dos recursos mais comuns, esses aplicativos também permitem monitorar mensagens, acessar vídeos e fotos, monitorar a localização do seu filho e controlar downloads de aplicativos e compras no aplicativo ou não.

No momento, os melhores aplicativos de controles parentais para usar são o TeenSafe, MMGuardian, Net Nanny e o WebSafety.

6. Use navegadores/motores de busca feitos para crianças

Navegadores e motores de busca adequados para crianças são perfeitos para crianças pequenas. Embora a maioria seja fácil de usar e relativamente segura, eles não são exatamente bons para alguns pequenos. Se você não reservar um tempo para configurar os mecanismos de pesquisa adequadamente (como falaremos a seguir), seus filhos podem acabar vendo resultados violentos e obscenos – intencionalmente ou por acidente.

Por exemplo, se eles usam o Bing, podem ver sugestões de busca muito preocupantes, como pornografia infantil.

Algumas boas opções incluem:

7. Configure motores de busca para exibir resultados seguros

“E se meus filhos forem velhos demais para usar navegadores para crianças?”

Nesse caso, é melhor configurar todos os mecanismos de pesquisa instalados em seus dispositivos e os dispositivos de seus filhos para exibir apenas resultados seguros. Se você não fizer isso, seus filhos podem acabar vendo conteúdo prejudicial.

Aqui estão algumas orientações úteis para assegurar que seus motores de busca exibirão apenas resultados seguros:

8. Ajude seus filhos a criar senhas fortes

A última coisa que seu filho precisa é que alguém invada seu perfil de uma rede social e, enquanto se faz passar por ele, dizer coisas que magoam seus amigos e pessoas que conhecem. Claro, isso pode ser esclarecido eventualmente, mas o dano já estará feito – seu filho perderá amigos, se tornará um pária social em muitos círculos e talvez até seja fisicamente prejudicado.

Esse é só um exemplo, dentre vários. Um golpista também poderia invadir a conta de poupança de seu filho, por exemplo.

Uma boa maneira de evitar que algo assim aconteça (além de ensiná-los a evitar phishing, mas voltaremos a isso em um segundo) é garantir que seu filho use senhas poderosas para proteger suas contas. Isso não quer dizer que eles não saibam o que são senhas ou como usá-las, mas provavelmente não conhecem a maioria das diretrizes de segurança em relação a senhas. Então, você deve ser o único a ajudá-los com isso.

No caso de você não saber o bastante sobre segurança de senhas, não se preocupe – já temos um artigo aprofundado sobre esse tópico bem aqui. Idealmente, você deve ler sobre as principais dicas para criar uma senha forte com seu filho, e ensiná-los a não usar a mesma senha para todas as contas, e também como usar gerenciadores de senhas.

9. Ensine a eles o básico sobre Phishing

Você não pode esperar que seu filho seja capaz (ou até mesmo tenha interesse) em entender em profundidade o que é phishing e como ele funciona. No entanto, você precisa pelo menos tentar fazer com que eles entendam a ideia principal – que estranhos tentarão se aproveitar de sua inocência e induzi-los a revelar informações confidenciais (como suas credenciais de login de contas bancárias ou de mídia social) ou interagir com links e anexos maliciosos.

No entanto, você precisa ter cuidado ao abordar esse tópico se seu filho for adolescente. Não se esqueça – eles estão em sua fase rebelde e muitas vezes zombam de qualquer conselho que você tentar oferecer. Portanto, não cometa o erro de abordar este tópico com um tom de autoridade e tratar seu filho como, você sabe, uma criança. Fale com eles como um adulto e explique que os perigos do phishing podem prejudicar seriamente seus relacionamentos e seu futuro.

Você não precisa dar uma palestra sobre phishing, mas falar com seus filhos sobre os principais sinais, objetivos e o que se deve e não fazer em relação ao phishing é um ótimo início. Se você não sabe bem o que é phishing, você pode falar sobre isso com eles juntos. Aqui está um guia que escrevemos sobre phishing – assim como outras ameaças. Você deve encontrar a maioria das informações de que precisa nesse artigo.

Além dessas informações, você também deve saber que os golpistas de phishing que têm como alvo crianças e adolescentes tendem a usar a mídia social mais do que e-mail ou telefone. Eles também podem fingir ser alguém de sua idade, geralmente do sexo oposto.

Além de simplesmente apenas ensinar seus filhos a não acreditar cegamente em estranhos, e como identificar golpistas, você também deve dizer para eles usarem extensões anti-phishing. Os da Stanford são muito confiáveis.

Segurança online para crianças – Para resumir tudo

Ter acesso a conteúdo online é importante para quase todo mundo hoje em dia – incluindo crianças e adolescentes. É como eles fazem suas tarefas de casa, falam e mantêm contato com seus amigos, e passam seu tempo livre.

No entanto, se quiser garantir que seus filhos tenham uma boa experiência online, você precisa aprender a mantê-los seguros. Afinal, existem muitas ameaças à espreita na web, como cyberbullies, malware, predadores sexuais, phishing, golpes e conteúdo violento e pornográfico. Sem mencionar que o que seus filhos publicam online e as informações que eles compartilham sempre podem prejudicá-los no futuro.

Como oferecer segurança online para crianças e adolescentes? Bem, não há uma solução simples, mas você pode obter bons resultados se observar estas regras:

  • Instale um programa antivírus/antimalware nos seus aparelhos e nos de seus filhos.
  • Confira se seus filhos sabem bem como phishing e golpes geralmente funcionam.
  • Instale VPNs nos aparelhos de seus filhos, e nos seus também.
  • Confira se os motores de busca que você usa só exibem resultados seguros.
  • Se você tem crianças pequenas, pode pedir que elas usem navegadores adaptados para crianças.
  • Use controle parentais em todos os aparelhos, e use também aplicativos de controles parentais.
  • Confira se seus filhos sabem como permanecer seguros nas redes sociais.
  • Fale com seus filhos sobre os perigos do cyberbullying, e como lidar com isso.
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Tim escreve profissionalmente há mais de quatro anos e produz conteúdo específico sobre VPN, privacidade online e cibersegurança há mais de dois anos. Ele gosta de saber as últimas novidades sobre privacidade na internet, e de ajudar as pessoas a encontrarem novas formas de proteger seus direitos online.